15 de julho de 2019

Vicio da Semana|King Princess


BROOKLYN, 1998.
Nascida e criada em NY, Mikaela Straus, mais conhecida como King Princess, sempre teve a vida rodeada de música, além do pai trabalhar com música e ter um estúdio e ela passar bastante tempo lá, aos 11 anos já tinha gente querendo contratar a menina mas ela recusou. Durante esse bom tempo no estúdio do pai, Mikaela aprendeu à tocara baixo, guitarra, piano e bateria (seria meu sonho?), nesse ponto da vida ela se inspirava muito nas bandas Led Zeppelin, T-Rex e também no Jack White (um homi que eu amo). Ah, não influencia muito na vida dela (ou será que sim?), mas achei bem relevante deixar registrado aqui que os tataravós dela morreram no Titanic! E super relevante vocês saberem que ela se identifica como não binária ou "genderqueer" e gay.


King Princess não tem uma lista extensa de álbuns e músicas, o que é bem legal pensando que podemos escutar tudo que já foi lançado bem rápido e também é um saco porque acaba rápido (K)!

1950 é um tributo ao romance "The Price Of Salt", da autora Patricia Highsmith, lançado em 1952, um livro que tem uma história super interessante e importante, sinceramente meu deixou com muita vontade de ler ele, eu super recomendo que vocês procurem sobre, no site Skoob (LINK AQUI) achei uma sinopse com esse comentário feito pela própria autora, que relatou receber de 10 a 15 cartas por semana de pessoas agradecendo e pedindo conselhos. O comentário feito por ela foi a seguinte frase:

 "Antes deste livro, os homossexuais, masculinos e femininos, nos romances americanos, eram obrigados à pagar pelo seu desvio cortando os pulsos, se afogando em piscinas, mudando para a heterossexualidade (assim se afirmava) ou mergulhando - sozinhos, sofrendo, rejeitados - em uma depressão dos infernos."



13 de julho de 2019

Além das Paradas Estranhas

Até ontem eu adorava muito meu trabalho, mas hoje eu notei que aparentemente é proibido um ser humano normal gostar do seu emprego. Eu trabalhava com uma pessoa super fofa, nada é perfeito porém, a gente nunca tinha tretas. De imediato já rolou um desentendimento com a nova pessoa e ontem eu quase tive um ADP por causa de uma cliente que deus me free. Enfim, prefiro meus gatos do que qualquer ser humano que não seja a Luna, é isto.

VAMOS AO QUE IMPORTA.
Eu finalmente assisti Stranger Things 3, meu deus, como eu amo meus filhos cada dia mais!
Eu adoro falar de ST, principalmente quando acaba uma temporada, assim posso criar teorias para a próxima e quanto à essa temporada, quantas teorias podem ser criadas! Depois de 8 episódios, os grupos divididos à procura de respostas para a mesma pergunta, minha expectativa pela minha OTP finalmente ir tomando um rumo e coisas novas que eu adorei de primeira, tenho um resumão pra vocês:


Estamos em 1985 em Hawkins (ou Hawhell?), é verão! Muita piscininha amor, Sra Wheeler (Cara Buono) no clube todos os dias só de olho no Billy (Dacre Montgomery), que do nada fica muito estranho e começa a preocupar nossa turminha que agora tem problemas de adolescentes. El (Millie Bobby Brown) e Mike (Finn Wolfhard) formam aquele casalsinho mais chato do mundo, deus me free, que núcleo chato nessa temporada, enquanto isso Lucas (Caleb McLaughlin) continua com traços egoístas mas agora o casal que todo mundo torceu na segunda temporada, agora é real, se mostrando uma futura mulherona da porra, Max (Sadie Sink) chega na terceira temporada tentando abrir os olhos de El, especificamente sobre homens e como eles não são tão importantes nas nossas vidas, enquanto isso meu filho preferido, Will (Noah Schnapp) passa muito tempo sentindo falta dos amigos (pra que namorar gente, afe) e volta a se sentir "estranho". Enquanto toda essa bagunça adolescente está acontecendo, nasce o melhor grupo da série, o trio Dustin (Gaten Matarazzo), Robin (Maya Howke) e Steve (Joe Keery), Robin é novidade nos bagulhos sinistros, porém é uma deusa sem defeitos, Erica (Priah Ferguson), que nós fãs já sabíamos que teria uma nova importância na série é parte importante para as descobertas do grupo. Meu casal preferido dentro e fora das telinhas Jonathan (Charlie Heaton) e Nancy (Natalia Dyer) trabalham juntos agora e eu só posso dizer uma coisa sobre, o espirito de jornalista de Nancy está mais aguçado do que nunca! Hopper (David Harbour) só passa muito ódio com Mike na sua casinha todo dia, tirando totalmente a sua paz, até que lhe aparece Joyce (Winona Ryder) vendo mais coisas loucas acontecendo naquela cidade, mas o nosso querido Hopper já está acostumado, né non?


meu comentário final é: ASSISTAM! Eu sou absolutamente contra spoilers porque eu mesma fico com ódio.

Pra fechar com chave de ouro, um cover de uma música saída justamente de 1985, Weezer (ouça pelo amor, que banda linda) lançou o videoclip estrelando a banda Calpurnia, banda do Finn Wolfhard, ou Mike Wheeler, como preferir.



*ADP: Ataque de pelancas, se você não entendeu é porque nunca assistiu As Branquelas, mas o porque disso é que ninguém entende!
*OTP: Giria adolescente para "casal dos sonhos" algo assim, não sou adolescente mas uso.

11 de julho de 2019

(re)Começar

São meses sem escrever, machuca minha alma passar tanto tempo longe do que eu amo, nunca mais tive a oportunidade de sentar e me expressar das mais diversas formas por aqui (não pensem que estou agora, estou de pé e no trabalho), e a cada ano que passa dificulta mais, sinceramente o adulto sofre, mas o adulto proletariado sofre bem mais!

Depois de perder minha vózinha que eu cuidava e apesar de todas as briguinhas bestas e as idiotices que eu apoiei, ela era minha mãe mais do que a minha mãe biológica, depois dela a ultima lamparina do meu juízo se apagou e eu comecei a ficar totalmente sem rumo, minha vó me ajudava em todas as coisas da minha vida e sem ela eu estava perdida. Comecei à trabalhar num boteco, eu com a minha cara de criança ingênua, trabalhei num boteco durante os 2 meses mais estranhos da minha vida, o ambiente absolutamente machista onde eu era praticamente escravizada sem carteira assinada nem contrato (como diria minha avó, sem lenço e sem documento), pedi as contas após ouvir do meu patrão bêbado que eu deveria comprar roupas apertadas para trabalhar, pois os clientes olhavam.

No mesmo mês fiz uma entrevista numa loja muito fofinha no shopping onde uma amiga trabalhava e estavam precisando de funcionários, desde o dia 25 de maio estou aqui. Cansa, faltam algumas coisas para ser 100 porcento, mas eu já passei por tantas desde o dia 30 de outubro que esse emprego tá valendo por mil, ainda mais com meu currículo riquíssimo (só que não), obrigada adolescência conturbada.

Sempre gostei de aparecer por aqui semanalmente e contar o que estava ouvindo, ou a série que estava vendo, o filme preferido da estação, falava sobre a Luna, minha família, meus amigos e até mesmo usava de refugio para os meus dias de treva (e quantos dias!), passei a ficar tão apagada por dentro, minha cabeça, meu corpo, meus sentimentos, é tudo escuridão e eu sinto à cada segundo que se eu não apertar um interruptorzinho que seja, vou acabar me afogando nesse vácuo que estou imersa. Tentei pesquisar cursos que poderia fazer, mas nenhum caberia no meu bolso, sustentando uma casa sozinha eu não teria como tira cento e poucos do orçamento seria incabível, logo eu tive a ideia que minha mente desorganizada me tirou e nunca mais tinha me devolvido, meu blog era minha forma de expressão mais amada, eu não teria que falar nada pra ninguém, mas poderia jorrar meus sentimentos aqui, como estou fazendo agora, desculpem, não só isso mas também consegui voltar á assistir alguns filmes, algumas séries, nada de "wow, agora sim!", mas aos poucos estou conseguindo adaptar a minha vida ao mundo sombrio dos adultos, só preciso de um tempo e muita cor pra deixar meu mundinho mais agradável pra mim e pras pessoas que eu amo e convivem comigo!

Depois desse resumão sem muitos detalhes e com algumas histórias que ainda não tenho coragem de contar, eu anuncio finalmente que escolhi não desistir de mim, hoje não. Por fim deixo pra vocês essa música que é serotonina pura e sempre me dá alegria de ouvir, tchau. Aliás, até mais.

30 de junho de 2019

Maternidade.

Meu filho tem 4 anos e eu escrevo cartas para ele, em algum futuro, ler. Hoje eu escrevi essa, e resolvi postar no blog para pedir conselhos.

"Eram aproximadamente 16:45 quando eu decidi sair com você para jogar bola em um lugar gramado aqui perto de casa. Foi uma tarde bem divertida! Corremos, brincamos, ficamos no parquinho. Você me ajudou a recolher um lixo que uma galera mal educada, que vive bebendo nessa praça, deixou da última vez.
Deixei você fazer um gol com as mãos (a gente usa a grade de referência, não precisa ter trave. Tendo o fundo, já é gol, então a gente faz bastante!). Te ensinei a escalar a grade do parquinho para que você não precisasse dar a volta só para passar pra dentro ou para fora pela porta. Você fez sozinho mais algumas vezes, e influenciou um menino da sua idade, até o pai dele brigar. Não entendo esses pais. Eles não dão coragem pros filhos. Ou eu posso estar errada.
Mas a sua coragem é tão incrível! Você bateu a cabeça em um brinquedo, me procurou assustado só para ver se eu estava prestando atenção, e eu perguntei se você tinha machucado. Você gritou tão alto "ainda não, mamãe!!!" que uma moça que estava do outro lado do parquinho riu sem parar.
Achei incrível, como é, toda vez que eu entro nesse teu mundo mágico e coloco a imaginação pra ser criança de novo. E sempre nesse "ainda não" você vai me levando.
Só que hoje você foi um pouco longe demais com o seu ainda não. À medida que o sol foi baixando e a noite começando a esfriar, eu comecei a te preparar para ir embora sutilmente. Então eu comecei a te chamar. E você começou a fingir que não me escutava. Então eu te chamei 8 vezes seguidas, explicando entre elas a necessidade de irmos embora, pois estava ficando frio e já estávamos resfriados o suficiente...
Teve uma hora que eu tive que sair do modo amiga e passar para o modo mãe autoritária que eu odeio ser. Isso não é um relacionamento abusivo. Mas eu me pergunto se eu tenho ido longe demais nessa minha busca por paciência para lidar com qualquer tipo de adversidade que venha de você e tentar conciliar que, como indivíduo, você tem livre escolha, mas sendo uma criança, ainda precisa de ajuda para tomar decisões, como não ficar até mais tarde no parquinho pois está frio e pode ficar doente.
Mas você não curte muito esse meu lado autoritário. Você continua fazendo e teimando, e eu começo a me desesperar internamente pois sei que estou perdendo essa autoridade aos poucos. E ultimamente você tem tentado desmentir quando eu digo o que eu sinto. Quando eu digo "eu estou ficando triste com isso e chateada com você", você fala que não estou, que não é verdade, como se eu tivesse que aceitar tudo o que você faz. Respiro fundo. Lembro que você só tem 4 anos e que talvez eu quem esteja racionalizando demais. Mas você continua apertando esse acelerador da rebeldia e pronto, tudo que construí até aqui... não sei mais levar a partir daqui. Te arrastei para dentro de casa, calada, me sentindo extremamente frustrada. Estava tudo tão maravilhoso! Em que momento ficou assim? Meu filho está crescendo e qual o limite de autoridade vs o de auto suficiência nessa fase? Que fase!
Sentei no topo da escada, e você sentou no chão, lá em baixo. Eu continuei a te chamar, para irmos tomar banho e tirar toda a terra do parquinho. Você continuou a tentar me convencer que eu poderia ver a situação com os seus olhos, do seu jeito, e eu juro filho, eu estava realmente tentando! Até que não consegui mais, e entrei no meu modo mais imbecil de frustração: a raiva. Te trouxe à força para o banheiro e tentei tirar a sua roupa sem sucesso. Era como se mais alto você gritasse mais a minha frustração ia sendo transformada em raiva até que tirei o chinelo do pé e te ameacei. Nessas horas eu penso se eu poderia estar evitando tudo isso. Respirei. Sentei no vaso fechado, olhei nos seus olhos e tentei mais uma vez te tomar de diálogo. E mais uma vez foi em vão. Cansada, depois de nomear todos os castigos que eu te daria em forma de privação, eu resolvi dar um tempo para mim.
Você veio para o quarto, eu peguei minha toalha e fui tomar o meu banho. Pedi por favor para que nem sua avó nem o seu avó fossem falar com você, para que você pensasse nesse nosso momento, e então com mais calma pudéssemos conversar até você entender sem precisar de violência. Mas assim que entrei no chuveiro ouvi seus gritos e, para ser sincera, eu não sei se sua avó te bateu ou apenas tirou a sua roupa de forma mais bruta. Eu saí chateada com ela pois a única coisa que eu havia pedido era que ninguém fosse mexer contigo. E começamos a discutir, eu e ela. E agora eu to me sentindo péssima e frustrada pois não consigo nem tentar levar do meu jeito com você, ao mesmo tempo que eu sempre acho que eu to fazendo tudo errado. Eu realmente acho que bater não é o caminho. Me machuca quando eu te encosto o dedo para te machucar. Não acho que a gente tenha que se machucar para depois não ser machucado, como dizem que a gente "apanha em casa, para não apanhar na rua". Até por que todo mundo se machuca uma hora. Temos que estar preparados e saber se curar daquilo.
 
Eu não sei o que fazer. Desculpa."

3 de dezembro de 2018

Vicio da Semana|Ariana Grande

Olá menines! Desde ontem eu estava pensando quem iria ficar aqui hoje, porque tive 3 vícios musicais essa semana, mas graças ao lançamento de Thank u, next, me decidi facinho hahaha! Certeza que vocês conhecem a artista de hoje, mas é sempre bom relembrar né mesmo?


Eu sou muito de fases, sempre fui (geminiana né, mores), as vezes eu tô bem emo, gótica e as vezes eu canto Britney no chuveiro, acho que de todo estilo a gente tira algo bom! Nos últimos dias eu tenho ouvido bastante do pop atual, eu sou bem 90's kid em questão de pop e vi essa semana que valia a pena sim ouvir os atuais, bem, alguns.

Eu conheci a Ariana na Nickelodeon em Brilhante Victoria, apesar de nunca assistir muito, gostava muito da Victoria Justice desde Zoey 101 (a série da irmã da Brit, eu era fã) mas eu tinha ranço da Ari pela personagem dela que era um saco, depois da fase Nickelodeon eu acabei descobrindo que algumas música dela eram bem da horinha sim e até hoje gosto muito, na verdade hoje em dia gosto bem mais.

Ari tem 25 aninhos e é americana, bem militante das causas LGBTQ+ e dos bichinhos também, ela se declarou vegana (queria ter essa força de vontade também). Ela tem 4 álbuns lançados e mais um à caminho, agora, depois desse resuminho bem basicão, vou deixar o que mais importa por aqui, as músicas!




O clipe de Thank u, next é com certeza o que eu mais curti da Ari, ele é lotado de referencias de filmes que eu amo e acho que boa parte das meninas também! Vou deixar ele aqui por último! E vocês gostam da Ariana? Qual a música que vocês mais curtiram?


Veja também: Plugin for WordPress, Blogger...